⚡ Team Pedrera

Rodo

Foco atual

Foco principal

Remar mais perto de onde a onda começa

Foco secundário

Pernas firmes na remada e esperar a prancha descer

Frase para a água

“Pego o trem na estação”

Sessões

Sessão de 27/10

Rodo remou bem e esteve em ondas boas, mas várias escaparam porque ele remou de muito atrás. Para a prancha dele, Douglas deu duas ferramentas: se posicionar mais perto do pico e remar com as pernas firmes. De uma das ondas que escaparam, Douglas disse que era “uma das melhores que eu vi”.

O que saiu bem

  • “Rodo remando bem” (09:08).
  • Escolheu uma das melhores ondas do dia; faltou chegar um pouco antes (30:47).
  • Provável: a melhor subida dele. As mãos ficaram mais perto uma da outra e do peito, e ele segurou o drop (41:52–42:31).

No que trabalhar

  • Pegar o trem na estação. Se vira assim que vê a onda vindo, ela quebra atrás dele. Tem que ir um pouco mais à frente, perto de onde a onda se arma, virar ali e remar com a energia dela: “em vez de dar dez, você dá duas” (27:27–30:47).
  • Remada com o corpo firme. Com uma prancha tão grande, bater o pé não faz muita diferença. Melhor pés juntos, abdômen e pernas firmes para a prancha não se mexer, e braçadas fortes e sincronizadas, entrando com o braço perto da borda. Para ir mais rápido, encostar o peito na prancha (09:08–10:10).
  • Esperar a prancha descer antes de subir. “Enquanto minha prancha não está descendo, eu não posso tentar subir”, porque não há velocidade. Segurar na borda é normal e vai mudar com o tempo (10:17–10:55).
  • Ficar um pouco mais à frente na prancha. De todo modo as ondas estavam muito buraco, “não era uma onda para longboard” (47:46–48:13).

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Sessão de 26/10

Rodo pegou muitas ondas. O principal freio é um vício no drop: ele se levanta segurando a prancha, sobretudo com a mão direita. Douglas propôs corrigir isso em terra, com drops na areia no aquecimento.

O que saiu bem

  • “Pegou bastante onda” (51:33).
  • Ao se levantar, agachou e esperou, exatamente como foi pedido (26:14).

No que trabalhar

  • Soltar a prancha no drop. Se levanta com as duas mãos e o pé apoiados, segurando a borda, e assim demora para subir. É um vício aprendido. O exercício: drops na areia durante o aquecimento, com o Juan, para memorizar o movimento novo (23:32, 26:14, 29:50–30:35).
  • Remada. Faltaram duas remadas numa onda que dava para pegar. Ao remar não é para empurrar a prancha para baixo: ela tem que poder subir com a onda (29:50–32:06).
  • Postura. Está alto e com as costas caídas para frente. Tem que baixar o quadril, “sentar”, e manter o tronco ereto. Douglas marcou isso como próxima meta (26:59, 40:32, 51:33).
  • Olhar para frente, não para baixo. Para onde ele olha, a prancha vai (38:49).
  • Na espuma, prancha de frente. Se vai de lado, a espuma derruba; de frente, ela empurra. Para dirigir a prancha, peso no dedão ou no calcanhar (35:31–37:15).
  • Ao cair, proteger a cabeça (23:56).

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