⚡ Team Pedrera

Rodri

Foco atual

Foco principal

Virar olhar e braços para baixo sem travar

Foco secundário

Quadril embaixo depois do cutback

Frase para a água

“Acredita no movimento”

Sessões

Sessão de 27/10

Rodri venceu a terceira bateria com 7 pontos (ondas de 3 e 4) e pegou a melhor onda de uma série. Ontem virava antes da hora; hoje acontece o contrário: começa a manobra e trava no meio. A frase de Douglas: “tem que acreditar no movimento”.

O que saiu bem

  • Venceu a terceira bateria com ondas de 3 e 4 pontos (02:56–03:16).
  • A primeira manobra funcionou: bateu, voltou e bateu de novo (40:16, 41:20).
  • A onda da série: “isso foi o melhor!”, com uma primeira manobra e depois a cavada (42:55–43:35).
  • Puxou um cutbackzinho numa onda cheia (21:43).

No que trabalhar

  • Acreditar no movimento. Chega lá em cima e trava. A prancha quer voltar, “só que o teu peito e o teu braço estão lá”. No lip tem que virar o olhar para baixo e depois os braços, de uma vez: “você faz e trava”. Com isso, “duas manobras iam ficar animal” (40:16–41:31, 43:16, 45:13–46:07).
  • O tronco segue a prancha depois da manobra. Fica olhando a manobra e a onda empurra. Tem que virar o tronco para guiar até o bico (44:16–44:31).
  • Quadril embaixo depois do cutback. Terminado o cutback, baixar o quadril. Se já está esticado, não sobra pressão para a próxima (21:51–22:27).
  • Surfar com a prancha, não de lado. Dropa olhando para frente com o peito de lado. O peito tem que apontar para o bico (13:27–14:52, provável).

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Sessão de 26/10

Rodri surfa com velocidade, estilo e o joelho para dentro, e completou duas ondas. Ouviu duas coisas várias vezes: vira antes da hora e o braço de trás fica pendurado. Douglas pediu que ele se arrisque a tentar mesmo caindo, para que as manobras saiam sólidas.

O que saiu bem

  • Velocidade, bom olhar para atacar e boa cavada (00:46, 02:11).
  • Surfou bem as duas ondas: “as duas melhores”, com o joelho para dentro e trabalhando a lateral do pé (10:13–10:30).
  • Conectou duas manobras seguidas numa onda (14:47).
  • “Está bem no estilo” na descida (53:10).

No que trabalhar

  • Não virar antes. Ir com o olhar e a prancha até o bico chegar no lip, e só então trocar, de uma vez só. Lá em cima a onda não tem pressão e a prancha gira sozinha; no meio da onda, a massa de água te empurra e te derruba (00:46–03:13).
  • O braço de trás. Douglas marcou em quase todas as ondas: “vamos ter que amarrar ele”. Rodri reconheceu que só se lembra às vezes (14:28, 44:52–46:09).
  • Agachar na batida. Quadril alto e perna esticada fazem ele perder a prancha no buraco. Tem que levar a bunda até a prancha (14:47–15:32).
  • Rasgada com o dedão, não com o peso atrás. Com o peso no pé de trás ele trava e perde velocidade. Olhando a espuma, carrega o dedão do pé e a prancha volta rápido (20:56–21:41).
  • Em onda gorda, cutback na espuma. Não forçar uma rasgada em onda cheia: tem que voltar para a espuma, recuperar velocidade e esperar a próxima seção. Trabalhar cada vez mais a borda (22:06–23:07).
  • Peito em direção ao bico na descida (53:10).

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