Foco atual
Foco principal
Peito apontando para o bico da prancha
Foco secundário
Subir depois de estabilizar, não ficar na base
Frase para a água
“A GoPro no bico”
Sessões
Juan veio com o foco no drop e deu para notar. Numa onda rapidíssima, “fiquei pensando no drop e coloquei bem os pés”, e Douglas resumiu: “não cai mais, já está tranquilo”. Agora o foco passa a ser para onde o corpo aponta.
O que saiu bem
- Drop pensado numa onda muito rápida, com os pés bem colocados e muita velocidade: “que gás que você deu!” (39:14–39:47).
- Uma onda que ele levou até a areia, usando a energia da onda (23:07–23:31).
- “Muito boa, Juan” (37:35). Em outra segurou e não caiu, “me gusta isso” (38:02, provável).
No que trabalhar
- Peito apontando para o bico da prancha. Dropa olhando para frente e com o peito de lado, então a prancha vai reta e ele não consegue virá-la. Tem que levar o quadril e o peito junto com a prancha, “como uma GoPro no bico”, descer com ela e só lá embaixo ir para cima (35:01–36:06).
- Subir depois de estabilizar. Quando já está em pé não pode ficar na base, porque acaba a velocidade. Tem que olhar para cima e levar o braço para lá. Se ficou esperando, agachar e pôr a mão para passar o peso para frente: “ia ser uma ondaça” (18:20–19:20).
- Não ficar com o peso atrás no drop. Desceu muito alto e com todo o peso no pé de trás. Pôr a mão da frente na prancha faz ele agachar e a prancha descer (17:09–17:56, provável).
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O tema do dia foi o pé da frente no drop: cai atrás e muito perto do pé de trás. Douglas encontrou a causa nas mãos, e a onda de 48:45 já saiu melhor porque ele “vinha pensando no pé”.
O que saiu bem
- Se agacha, conecta a onda e sente a prancha correr. Sabe quando tem que subir para não parar (06:15).
- Melhorou o drop durante a própria sessão: boa posição e o pé no meio, embora a onda tenha fechado (48:45–49:01).
No que trabalhar
- Mãos no centro da prancha, não na borda. Na maioria dos drops segura a borda com uma mão. Isso deixa o pé de lado, em cima da borda, e ele não vê onde pisa. Com as duas mãos no centro, o pé entra entre elas, no meio da prancha, e dá para trabalhar dedão e calcanhar (46:32–48:18).
- Drop controlado e pensado. Com bota é muito difícil mexer o pé depois; para ajeitá-lo tem que estar bem agachado. A ideia na cabeça: “os pés o mais para frente possível” (34:10–35:02).
- Subir depois da base. Desce bem, mas sobe “quase nada”. A instrução: “desci, cheguei na base, tenho que subir”, olhando para o alto da onda e levando o corpo para lá. É um segundo, sem ficar parado (49:10–51:16).
- Subir mais alto para descer com mais velocidade. “Você desce 30%, poderia descer 100%” (08:07).
- Primeiras manobras. Olhar a espuminha para voltar para a onda e começar a somar manobra, porque já corre bem a onda (07:22–09:52).
Um colega acrescentou o bombeio: pisar atrás com força para subir, sem esticar totalmente (08:52). Juan também comentou que se sente pesado com a roupa de borracha.
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